Consumo de produtos ilícitos



O consumo de produtos ilícitos traduz-se no consumo de produtos ilegais. Estes são illegais pois as sua fontes podem ser de roubo, extorção ou até mesmo morte. Estes são também produtos que não são registados pelo estado.
Este tipo de consumo tem como consequência apreensão, multas e/ou prisão.

Entre esses produtos encontram-se:

-Drogas;
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-Armas brancas;
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-Recursos derivados de animais (peles, outras partes do corpo e mesmo animais em si.);
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-Softwares;
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-Jóias (ilegais);
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Apreensão de produtos Ilícitos em Portugal e na U.E (em 2008)


Os casos de apreensão de produtos ilícitos nas fronteiras portuguesas aumentaram mais de três vezes em 2008 em relação ao ano de 2007.
As autoridades portuguesas detectaram 232 casos em 2007 de mercadorias contrafeitas, um número que aumentou para 807 (um aumento de 347%) no ano passado, enquanto que o número correspondente de artigos pirateados passou de 495 mil para 507 mil.
Na totalidade dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE) também houve um aumento dos casos de contrafacção detectados, de mais 43 mil para mais de 49 mil, o que corresponde a um aumento de 13%.
Os CD e DVD são os artigos mais pirateados, a China é a origem principal destes produtos que tentaram entrar ilegalmente na Europa.
No total para os 27 Estados-Membros foram 178 milhões os produtos detectados em 2008, mais do dobro do que no ano anterior, 79 milhões.
Os CD's e DVD foram os produtos ilegais mais apreendidos: 79 milhões que correspondem a 44% do total de mercadorias contrafeitas apanhadas.
Em seguida estão os cigarros (23%) e os vestuários e acessórios, como relógios e jóias (10%).
Os DVD's também apresentam as taxas de progressão de apreensões mais espectaculares: o número de DVD interceptados aumentou em 2.6% em 2008, contra uma progressão de 118% para os medicamentos e 54% para os cigarros.
Mais de 10% dos produtos apreendidos (20 milhões) eram artigos que apresentavam um risco potencial para os consumidores, como lâminas para barbear, cremes hidratantes, medicamentos, brinquedos e alimentos, indica o relatório da Comissão Europeia.
A China continua a estar à cabeça dos países de origem dos produtos falsificados, tendo fabricado 54 % dos artigos apreendidos em 2008.